Segundo Fabiano Vilaça, no artigo "Bastardos gloriosos" publicado na Revista de História da Biblioteca Nacional edição de janeiro 2011, o principal biografo de D. Pedro I, Octávio Tarquínio de Sousa, o chamou de "príncipe afogueado"...
Não é difícil compreender as razões que o levou a usar tal expressão ao se deparar em sua pesquisa com uma enorme lista de amantes e bastardos declarados conhecidos pela sociedade com a qual o imperador conviveu. Sem contar é claro, os inúmeros omitidos por conveniência ou até mesmo desconhecimento das partes.
Segundo Vilaça, " o jardim das delícias do imperador" era composto por escravas, damas da corte, solteiras, casadas e até uma monja!
Numa época em que a moral e os bons costumes aparentemente reinavam, dezenas de mulheres se deixaram seduzir pelos olhos negros e uma farta cabeleira encaracolada, certamente acompanhada de doces e simpáticas palavras do galanteador.
Imaginemos a tristeza e a vergonha da imperatriz Leopoldina diante de situação tão constrangedora e ao mesmo tempo o uso do poder e do dinheiro para facilitar e encobrir tamanhos deslizes do governante...
No dia em que proclamou a independência do Brasil, vinha D. Pedro, que ainda não era primeiro, de uma viagem a Minas passando por São Paulo. Teria deixado amores para trás?
Casou-se duas vezes. Com D. Amélia, sua segunda esposa, teve apenas uma menina. Já com D. Leopoldina, a primeira esposa, teve sete filhos e dentre eles D. Pedro II que era discreto, mas não deixava de buscar sua alma gêmea, segundo estudiosos, porque não morria de amores pela esposa.
Para saber mais acesse http://www.revistadehistoria.com.br , clique em edições anteriores, janeiro 2011, Dossiê Amantes e leia os artigos.
Unha francesa com esmaltes coral chic, da colorama e garota da capa, da Avon, cores que lembram a realeza e a paixão.
As imagens eu fotografei na Revista de História da Biblioteca Nacional edição de janeiro 2011.
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| Pág. 33, cita algumas das amantes de D. Pedro I. |
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| Pág.17, artigo interessante sobre o comportamento de membros da família real. |
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| Parte da pág.32. |
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| Pág. 18, apenas para ilustrar a combinação com o esmalte. |
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| Desenho de 1854, na pág. 28, com o título de "crianças brincando". |
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| Condessa Villeneuve, pág. 24, teria sido amante de D. Pedro II. |
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| Da pág. 19, carta enviada por D. Pedro I a Domitila de Castro, sua principal amante, conhecida como Marquesa de Santos. |
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Bom final de semana e até a próxima edição!